A organização da sala de aula infantil

A organização da sala de aula, na Educação Infantil, deve ocorrer de forma a contribuir para o desenvolvimento das potencialidades infantis esperadas.

No intuito de aperfeiçoar os resultados, os pequenos grupos são uma opção interessante, de forma que as crianças não fiquem todas fazendo uma coisa só ao mesmo tempo.


As rotinas são fundamentais nessa faixa etária. As atividades dirigidas são as mais frequentes. As atividades que não são dirigidas geralmente são livres e contam com o mínimo da intervenção adulta. É preciso encontrar o equilibro entre a intervenção e a não intervenção em alguns momentos. Assim sendo, é preferível adotar um acompanhamento próximo em um meio enriquecido.

Esse meio enriquecido pode ser qualquer espaço de aprendizagem, mas geralmente é na sala de aula que as crianças passam a maior parte de sua jornada diária. A organização da sala com pequenos “cantinhos” bem supridos, montados de maneira adequada e com objetivos auxiliará o docente em sua atividade diária.


As crianças devem ser organizadas em grupos que favoreçam o seu desenvolvimento, grupos estimulantes. Alguns especialistas defendem, ainda, a formação de grupos de forma espontânea, por iniciativa dos pequeninos.

Os materiais não precisam ser muitos, tão pouco podem ser escassos. Não podem ser velhos, apenas sucata; nem intocáveis, inacessíveis à utilização livre por parte das crianças. Esses materiais precisam ser principalmente seguros.

Os pátios e espaços comuns da escola também podem e devem se apresentar como um espaço de aprendizagem e não apenas como espaços para a simples descontração, onde as crianças vão “descarregar” todas as suas energias. A supervisão do adulto faz-se necessária e este pode levar para o ambiente ao ar livre atividades que, tradicionalmente, só seriam desenvolvidas em ambientes fechados.


Na educação infantil é comum que a criança possua um número restrito de adultos como referência e isso é bom para o seu desenvolvimento. Permite que ela crie vínculos afetivos e se sinta segura. Portanto, é preciso ver com olhos críticos a inserção demasiada de profissionais especializados na educação infantil.


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