Você se lembra da sua cartilha de alfabetização? (Caminho Suave)

O selo Caminho Suave mora no coração de muita gente. ❤


A cartilha que lhe dá nome alfabetizou mais de 48 milhões de brasileiros desde que foi criada, em 1948, pela educadora Branca Alves de Lima.

A Cartilha Caminho Suave está em sua 133ª edição e continua fazendo sucesso. Juntam-se a ela, no selo, materiais didáticos – como o Baralho Caminho Suave, o livro de Caligrafia e os livros de Língua Portuguesa para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

Você encontra todos os produtos do selo Caminho Suave na loja da Rede Pedagógica. Clique aqui para saber mais.


No último dia 8 de março, a Rede Pedagógica publicou stories no Instagram (@redepedagogica) mostrando o material, o que causou verdadeiro alvoroço entre os seus mais de 400 mil seguidores. Clique aqui para assistir os stories.


Recebemos centenas de mensagens saudosistas em relação a esse material de alfabetização que marcou a infância de muita gente.

O método proposto por Branca Alves de Lima associa imagens e letras com o objetivo de facilitar o aprendizado. A letra A é escrita no corpo de uma abelha, a B na barriga de um bebê, a V compõe os chifres de uma vaca. Assim, a cartilha Caminho Suave tornou-se conhecida como um método de "alfabetização pela imagem".

Apesar de se tratar de um material considerado tradicional e conservador, não faltaram elogios a essa abordagem nas redes sociais da Rede Pedagógica.

Os métodos de alfabetização podem ser divididos em dois grandes grupos: os sintéticos, do micro para o macro (primeiro as letras, depois as sílabas e, em seguida, palavras e textos); e os analíticos, do macro para o micro, que partem da leitura da palavra e das frases para apenas depois destacar as sílabas e letras.


Na cartilha Caminho Suave o material apresenta inicialmente as vogais, depois forma encontros vocálicos e parte para a silabação. A autora juntou princípios do método sintético com o analítico, o que fez bastante sucesso à época.


A partir da década de 80, a limitação a essa abordagem começou a ser questionada no âmbito dos sistemas de ensino.


Com o advento do construtivismo e de pesquisas sobre a psicogênese da língua escrita, com contribuições de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, houve uma revolução no campo da alfabetização.

É indiscutível que o aluno deve estar no centro do processo de ensino-aprendizagem e que o aprendizado da leitura e da escrita deve passar, indiscutivelmente, pela sua função social. Para isso, faz-se necessário um trabalho contextualizado com a realidade do educando e que se utilize não apenas de materiais didáticos impressos.


Mais do que isso, o diferencial do processo não está centrado no livro que é utilizado, e sim na abordagem do professor que deve verdadeiramente investir em sua formação inicial e continuada.


Se você deseja receber maiores informações sobre esse assunto, fique ligado(a) na Rede Pedagógica e cadastre-se aqui para receber conteúdos GRATUITOS diretamente em seu e-mail.


Erika Radespiel

@erikaradespiel

Graduada em Administração de Empresas pelo Centro Universitário de Brasília (2007). Graduada em Pedagogia pela Universidade de Brasília (2013). Pós Graduada em Educação pela Faculdade Pitágoras (2014). Escritora de materiais pedagógicos para Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Consultora pedagógica da Rede. Educadora ambiental responsável pela elaboração e desenvolvimento de Programas e Projetos de Educação Ambiental na Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal – Caesb.

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