Mordidas na escola viram caso de polícia em Piracicaba

Uma mulher foi à polícia na última quarta (11) para denunciar que seu seu bebê de 1 ano e quatro meses sofreu várias mordidas na Escola Municipal Larissa Rossetti Travaglini, no bairro Castelinho, em Piracicaba (SP).

Foto: Reprodução/EPTV

No boletim de ocorrência a mãezinha reportou que um representante da creche simplesmente telefonou para o pai para avisá-lo que criança estava machucada e pediu para que fosse buscá-la.


A Rede Pedagógica já abordou aqui no Blog o tema da responsabilidade civil e criminal da escola e professores no caso de mordidas em alunos (1) e e sugeriu medidas para prevenir o problema.


As mordidas nas escolas é uma questão grave que ainda não tem merecido a devida atenção na maioria das escolas. É preciso investir no treinamento de professores e auxiliares e, em caso de ocorrências, a escola precisa assumir sua responsabilidade e prestar toda assistência necessária à criança e à família.


É um problema que, não abordado corretamente pela escola, como aconteceu no caso de Piracicaba, pode criar crise entre a escola e a família e provocar traumas com alto potencial de conturbar e atrasar o desenvolvimento da criança.


Por outro lado, a família precisa compreender as limitações da escola e a falta de condições de trabalho adequadas para a maioria dos professores, que acabam sendo apontados muitas vezes injustamente como os únicos responsáveis pelo problema.


Clique aqui para assistir a reportagem sobre o incidente de Piracicaba.


Edvaldo Fernandes da Silva

Pós-Doutorando em Ciência Política, Doutor em Sociologia, Mestre em Ciência Política, jornalista, advogado, professor de Educação Básica (1991-1996), professor universitário e cofundador da Rede Pedagógica.

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